Você sabia que, em 2025, o Brasil alcançou um marco inédito na proteção de marcas? O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) registrou 504.461 pedidos de marcas no ano — o maior volume da série histórica e a primeira vez que o total ultrapassou 500 mil pedidos.
Esse número representa um crescimento de aproximadamente 7,9% (≈8%) em relação a 2024, e demonstra que muitos empreendedores passaram a ver o registro de marca não como um custo, mas como uma estratégia de proteção e valorização do negócio.
Quem está registrando e por quê
Grande parte desses depósitos veio de microempreendedores e empresas de pequeno porte — quase metade dos pedidos de marcas em 2025 foi feita por MEI e pequenas empresas — o que mostra uma adesão maciça de quem está começando a empreender e vendendo online. Além disso, especialistas apontam que esse movimento é impulsionado pela expansão do e-commerce e pela maior consciência sobre riscos de uso indevido de nomes e identidades.
O panorama maior: não são só marcas
O recorde em marcas faz parte de um quadro mais amplo: 2025 também registrou aumentos em pedidos de patentes, desenhos industriais e programas de computador — sinal de um ecossistema de inovação e formalização mais ativo no país. Isso tem impactos diretos na competitividade, exportações e atração de investimentos técnicos.
Registrar marca não é custo, é investimento
Ter uma marca registrada no INPI garante ao titular o direito exclusivo de uso em todo o território nacional, dentro da sua área de atuação. Na prática, isso significa mais segurança para:
- vender online com tranquilidade;
- investir em marketing e identidade visual;
- expandir o negócio sem risco de perder o nome;
- evitar processos, notificações e retrabalho no futuro.
Além disso, a marca registrada se torna um ativo da empresa, podendo ser licenciada, transferida ou até valorizada em uma futura venda do negócio.
O momento certo é agora
O recorde de pedidos em 2025 deixa um alerta importante: quanto mais marcas são registradas, maior fica a concorrência por nomes disponíveis. Esperar pode significar descobrir, no futuro, que alguém saiu na frente e garantiu o direito sobre um nome parecido ou idêntico ao seu.
Por isso, agir de forma preventiva é sempre a melhor estratégia.
Por que registrar sua marca (benefícios práticos)
- Exclusividade de uso no território nacional (direito exclusivo por classe de produtos/serviços).
- Ativo comercial: marca registrada agrega valor à empresa e facilita cessões, franquias e venda do negócio.
- Proteção contra concorrência desleal e possibilidade de medidas legais contra uso indevido.
- Segurança para e-commerce: evita que outra empresa registre nome/identidade e atrapalhe sua operação digital.
Detalhes sobre vigência, procedimentos e requisitos estão no Manual de Marcas e nos guias do próprio INPI.
Como funciona o processo (visão prática)
- Análise de viabilidade / busca de anterioridade — pesquisa para identificar riscos de conflito.
- Classificação — definição das classes de produtos/serviços (Classificação de Nice).
- Depósito no INPI — preenchimento do formulário e pagamento das taxas.
- Exame formal e substantivo — o INPI analisa requisitos e possíveis oposições.
- Publicação e concessão — se não houver oposição/conflito, a marca é concedida; depois vem a renovação a cada 10 anos.
O INPI disponibiliza guias e o Boletim Mensal com estatísticas e orientações sobre prazos e procedimentos.
Como a equipe do BFA Marcas pode ajudar
A equipe do BFA Marcas oferece suporte completo e estratégico para transformar sua marca em patrimônio protegido:
- Busca e análise de anterioridade;
- Estratégia de classes e depósito correto;
- Acompanhamento de tramitação no INPI;
- Defesa em oposição e monitoramento contínuo.
Se você quer proteger o nome da sua empresa, evitar prejuízos e agregar valor ao seu negócio — o momento é agora, enquanto o mercado mostra que proteger a marca deixou de ser opcional. Entre em contato conosco para uma avaliação personalizada e segura.