A trajetória de Suzane von Richthofen continua a gerar fascínio e controvérsia, especialmente após o sucesso da série “Tremembé”, que retrata a vida de detentos em uma das prisões mais famosas do Brasil. Aproveitando o hype da produção, Suzane tentou um novo movimento estratégico: reativar sua presença no mercado através da sua loja online, a Su Entre Linhas.
No entanto, o que parecia ser uma jogada de mestre revelou-se mais um erro de execução. Vamos entender por que, mesmo sendo descrita por muitos como manipuladora e inteligente, Suzane “vacilou” e não conseguiu concretizar seu objetivo de registrar a própria marca.
A Estratégia por Trás da “Su Entre Linhas”
Com a visibilidade trazida pelo audiovisual, Suzane viu a oportunidade ideal para profissionalizar seu negócio de produtos feitos à mão. A marca Su Entre Linhas já acumulava milhares de seguidores no Instagram (chegando a ultrapassar a marca de 150 mil), demonstrando que havia um público curioso e consumidor.
Para garantir a exclusividade do nome e proteger seu negócio, ela iniciou o processo de registro de marca perante o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).
O Erro Fatal: O Plano que Não se Concluiu
Diz o ditado que “o diabo mora nos detalhes”. Para alguém que ficou conhecida por planejar um crime que chocou o país, a falha no registro da marca parece irônica.
O Vacilo no INPI
O processo de registro de marca no Brasil exige o pagamento de taxas específicas em diferentes etapas. Suzane conseguiu a aprovação inicial, mas não efetuou o pagamento da taxa final de concessão (relativa ao primeiro decênio de proteção da marca).
Resultado: Sem o pagamento, o processo foi arquivado definitivamente.
O Que Isso Significa na Prática?
Hoje, qualquer pessoa pode entrar com um pedido no INPI para utilizar o nome “Su Entre Linhas”. Ela perdeu a prioridade e o direito de exclusividade sobre a marca que tanto promoveu.
Mudanças nas Regras do INPI: Facilitando para os Empreendedores
Como destacado no vídeo, o processo de registro passou por simplificações recentes. Até meados do ano passado, o sistema era mais fragmentado, o que levava muitos empreendedores a esquecerem as taxas intermediárias ou finais — exatamente o que aconteceu com Suzane.
Atualmente, o INPI busca unificar taxas e facilitar o pagamento logo no início do processo, visando diminuir o número de processos arquivados por simples esquecimento administrativo.
Conclusão: Inteligência sem Execução é Falha
O caso de Suzane von Richthofen nos mostra que, no mundo dos negócios, não basta ter uma marca famosa ou um público engajado. A burocracia e a gestão administrativa são pilares fundamentais.
Mais uma vez, ela provou que não teve o “plano perfeito”. Ao negligenciar a taxa final do INPI, ela deixou sua marca desprotegida e exposta ao mercado.
Diferente de Suzane, não abra mão dos seus direitos. O registro de marca é coisa séria e qualquer erro pode ser fatal para o seu negócio. Fale com nossos especialistas e registre sua marca com segurança.